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o Homem Certo

Um dia quase igual

Tem dias que a minha vida parece uma maquina de escrever.

Lembram-se? A minha irmã tinha uma, adorava martelar as teclas até chegar ao PIM, em seguida puxar a parte de cima para o lado direito, para martelar de novo.

E assim parecem oa meu dias txac txac txac txac, PLIM, Chhhhhxrrrrextz e vai-se fazendo bis, dia a seguir ao outro, sempre com um PLIM e a seguir um Chhhhhxrrrrextz.

 

Vai variando aqui e alí, mas costuma ser igual.

 

Pronto, pronto quando não tenho nada para contar quixo-me

Mais um

Cheguei a casa, agarrei no cão, fui passear. Voltei a casa, deitei-me avaliei o meu dia.

Igual aos outros. Quando é assim já não é mau.

Ando perdido nos lugares que conheço, sinto-me só mesmo bem acompanhado.

Queria chegar aqui e contar as piadas do dia-a-dia. Só que este dia foi tão... Chato!

Deambulei pelo trabalho e diverti-me a chatear os outros. Fui pouco produtivo, tenho sido tão mau que ainda levo cartão amarelo.

Ontem fui jantar com o Humberto bebemos sangria ao jantar, divertimos-nos. Sabemos entreter-nos. Sabemos ser miúdos quando queremos, sonhamos alto juntos, fazemos planos de viagens, planos do euromilhões se saísse, planos de noitadas, planos. Falamos do passado do presente e do futuro. Ontem esqueci-me do que me chateia, que ainda não descobri ou não quero descobrir.

Há quem diga que é preciso perder-se para se encontrar.

Preciso de me perder outra vez.

Tirei a tarde

Tirei a tarde para ir ao medico.

Não me apeteceu voltar ao trabalho. Combinei com o Boss, que fez o choradinho para ir quando tivesse despachado.

Demorei imenso tempo para ser atendido.

Ainda me sobrou tempo, pensei em aproveitar a tarde.

Adivinhem lá como é que aproveitei a tarde. Alguém adivinha? Não? É obvio.

Dormi a sesta