Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

o Homem Certo

Ter ou não ter blog

Enquanto pensava num texto para escrever veio me a ideia o seguinte:

Isto se fosse uma laranja, e a espremesse não dava para duas colheres de sumo, de sopa.

Depois pensei se calhar não faz sentido, vou apagar. Não. Faz sentido para mim, enquanto fizer vou escrever.

Ah mas ninguém lê, não é bem assim, há sempre malta que lê.

Pois mas eu até tenho ideias, e quando as vou escrever para poupar palavras, escrevo umas quantas.

Escrevo o que me apetecer não é?

Afinal isto é meu. Ou é do sapo?

 

Há sempre muita coisa para dizer ou escrever, pior é escreve-las

A preguiça é minha inimiga

Ainda tenho o presépio na sala.

Estou à espera que a minha mãe se lembre de o tirar e estou à espera que ela não se lembre de me pedir para faze-lo.

Não me importava que ficasse na sala mais tempo, talvez perdesse a graça, talvez me lembrasse mais de O imitar.

Quando montei o presépio tinha a intenção de rezar junto dele e ainda não o fiz, e não consigo explicar porque não o fiz e porque não vou fazer neste preciso momento.

O cinema e os filmes

Adorava cinema e tudo o que lhe dizia respeito.

 

Continuo a gostar, mas com menos interesse, tenho mais para me distrair, se calhar menos interessantes, porém ocupam-me o tempo e distraem-me.

 

Ainda tenho aquele bichinho pelos filmes nomeados aos óscares.

Apercebo-me que tenho menos sensibilidade para os filmes, e menos gosto por eles.

Se calhar já não reconheço grandes filmes, nem tenho vontade de os procurar por aí.

 

Talvez tenha trocado o cinema pelo teatro, sente-se mais na pele, acabamos por fazer parte da história que está a decorrer em cena.

Em 2017 fui mais vezes ao Teatro que ao cinema.

 

Percebi isto pela minha Grande Amiga que me vai aconselhando filmes... em tempos era eu que lhe falava dos filmes, agora é ela que me incentiva a vê-los.

 

Mudam-se os tempos...

Ver o mar

Passear até à praia e ver o mar, na melhor companhia, é bom para recarregar baterias.

Levei um livro.

Gosto de ler com ele por perto, cada um lê o seu livro, por vezes partilhamos pormenores e histórias.

Ler com ele acalma-me.

Vamos mais vezes ver o mar no inverno que no verão,.

 

Fizemos planos de futuro no caminho, daqueles sonhos que são bons de sonhar em que tudo é perfeito.

Sonhar assim é tão bom.

Dá-me impulso para a vida do dia-a-dia, para as coisas frágeis, chatas ou infelizes. Dá esperança num dia melhor. 

Dias felizes virão e e estarei preparado para agradecer e goza-los.

Um cão como nós

Fui busca-lo em 2016.

Veio para a minha casa com três meses. Deu lhe um nome de pessoa.

Não contei a ninguém que tinha arranjado um cão.

A minha mãe nem refilou, o meu pai ficou fulo. Deu as boas vindas com vómito no colo de minha mãe.

Chorou todas a noites durante um mês, não queria ficar sozinho.

Ganhou a sua luta e durante um tempo dormiu no meu quarto, assim já não gania toda a noite.

Acabaram os tapetes no Hall e na sala, foi a única coisa que estragou.

É guloso, brincalhão, medroso, enjoa nas viagens.

Passou a ser como família, vai connosco de fim-de-semana e de férias. 

Tenho de ter alguns cuidados com ele.

Há dias que não me apetecia passear-lo, principalmente no inverno em dias de frio. Contudo sabe sempre bem aquela voltinha. 

Por vezes quero estar sossegado e ele não me deixa, quer brincar.

Anda sempre a trás de mim como sombra, nunca mais fui à casa de banho sozinho, até quando estou no banho ele fica ali sentado à minha espera.

Faz me esperas quando chego a casa e dá saltinhos de felicidade.

É raro ouvi-lo ladrar.

Tenho um grande amor pelo cão. É um bocado ridículo escreve-lo, mas é verdade.

bulldog-frances2.jpg

Esta foto não é minha, mas este cão é muito parecido com o meu.