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o Homem Certo

O meu Sobrinho

Quando me apanha em casa é assim:

TIO, TIO, TIO, TIO, TIOOO, TIO, TIO, TIOOOOOOOO olha aqui, olha, vê. Joga comigo, brinca comigo. TIO, TIO, TIO, TIO, TIOOO, TIO, TIO, TIOOOOOOOO. E vai se repetindo.

 

Ele estava-me a mostrar um jogo, de miúdos, chato e repetitivo, e eu vá de querer ler blogs e dar atenção ao mesmo tempo e toca de TIO, TIO, TIO, TIO, TIOOO, TIO, TIO, TIOOOOOOOO. Entretanto falou do Egipto, já nem me lembro porquê, perguntei se sabia apontar o Egipto no mapa, não sabia, desafiei-o a irmos ver no mapa. Não aceitou, claro o tablet e os jogos é muito mais divertido, ainda abri o Atlas, é tão desactualizado que a Rússia ainda se chama União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Mostrou-se um bocado interessado vimos meia dúzia de países. E pimba, fomos jogar mini-futebol no tablet.

Preconceito no trabalho

Hoje de manhã juntei um colega e um estagiário para fazerem uma tarefa em conjunto.

O meu colega é bom camarada, mas estava a ter uma atitude parva para com o outro rapaz. Eu tinha posto o Bruno (o estagiário) a ajuda-lo e ele em vez de aproveitar a ajuda estava a complicar o trabalho do Bruno.

Enquanto o Bruno foi fazer outra tarefa eu disse ao Neves para ter cuidado, que não estava a ajudar o Bruno, tinha de ter cuidado e atenção porque era a primeira vez que o Bruno estava a fazer aquele trabalho. Eu fiz um comentário qualquer depois de perceber que havia ali um atrito e perguntei qual era o problema. Ao que o Neves reponde:

 - Foda-se o gajo é paneleiro e está se a fazer a mim e eu não gosto disso (e não estava).   - Eu passei-me está claro, ofendeu-me, tocou-me na ferida, ele não sabe que sou gay, mas o preconceito servia para mim também, se ele soubesse se calhar não nos dávamos bem. Eu perguntei se ele atrasado, expliquei que aquilo era preconceito, uma atitude infantil, e devia ter feito uma cara de zangado, fiquei vermelho de fúria, a conversa seguiu-se em modo bruto, também lhe disse que era novo para ter aquele preconceito todo. Claro que o preconceito ou homofobia nada tem a ver com a idade. Ele desculpou-se, disse que estava a brincar e mandou uma piada para o ar. Certo,certo é que enquanto não trocou de ajudante não ficou descansado.

O Bruno é gay, e não deve esconder, nunca lhe perguntei, mas percebe-se à primeira. O Bruno percebeu, quase de certeza, a situação do Neves não querer trabalhar com ele, nada disse e eu também não toquei no assunto. Pensei várias vezes do preconceito, más caras, gozo e etc. que os gays têm que aturar.

 

Assim é a vida. Devia dedicar-me a esta causa.

Que inveja

O café/bar que costumo ir de vez em quando, de semana, beber café estava cheio de miúdos que já se encontram de férias.

Senti-me o pai dos miudinhos. É terça e havia festa de Sexta ou Sábado.

Eu vim para a casa e eles ficaram a festejar as férias e o Verão. Que inveja.

Lembrei-me que se tivesse a idade deles podia  estar a beber a copos em Portimão ou em S. Martinho quem me dera.

Pode ser que sonhe que tenho 18 anos e estou a aproveitar as férias porque a noite ainda é uma criança, mas eu amanhã vou trabalhar,

O Bigodes só me faz passar vergonhas

Imaginem que durante um mês andam a negociar uma casa, um namoro que se arrasta, ainda por cima esteve meses vazia.

Quando está tudo acertado com as partes o Bigodes lembra-se.

- Olha temos um problema, olha comprometi-me com uma pessoa para este imóvel. Ao começo fiquei meio a pensar se estava a perceber bem, demorou um bocado a entrar na cabeça.

Para ele é sempre tudo fácil, sugeriu em vez de o cliente ficar com este imóvel  propor para ficar com outra, pelo mesmo valor e maior. Tudo muito certo. Só que eu já tinha mostrado a tal casa maior e os clientes não ficaram interessados.

Apesar de ser maior a casa que os meus clientes queriam tinha certas características que é difícil encontrar numa casa.

A ideia dele era boa, de repente ficamos com meia dúzia de imóveis despachados, contudo as coisas não são assim.

Fiquei de falar com o cliente. Fiquei fulo, verde, vermelho. E só pensava este homem só me faz passar vergonhas. Com que cara é que ia dizer e exlicar um engano que nem era meu? Era como se quando comecei o negocio, já tinha segundas intenções. Fiz várias conversas na cabeça, mas resumidamente era assim: Olhe afinal desculpe lá mas não dá, mas se quiser fica com a outra que é bem maior e pelo mesmo valor. Já estava a ver o drama todo que ia surgir dali.

Quando me dirigia para a minha sala pensei, não vou é dizer nada, se não nem um negocio nem outro. Quem tudo quer tudo perde. Fiz tempo. Mais tarde liguei a informar o Bigodes que não dava, que o cliente ficou chateado e só faltou foi chamar nomes à minha mãe e ficou fulo da vida.

Então o Bigodes lá concordou com o negocio e fui para casa aliviado e acertei mais uns pontos com o cliente. Ainda fiz aquele jogo do tem a ceteza? Veja lá.

Para variar

Os meu pais tiveram um acidente fiquei sem carro, lá se foi um bocado de frente. Estão bem, foi só chapa.

Jantei com o meu amor, para acertarmos uns pontos e fazer as pazes.

Apanhamos o Festival ao Largo, às portas do S. Carlos.

Fomos ao bairro beber um copo, como estava tudo no ALIVE viemos cedo para casa.

 

Hoje fomos até a Graça, esplanar, que é o mesmo que dizer ficar ao fresquinho numa esplanada. Já há imenso tempo que não ficava assim tanto tempo a ler.

Fartei-me de comer bolos.

Peso mais três quilos desde que vim de férias e não é assim que os vou perder.

 

E foi assim o fim-de-semana

O Jogo

Este texto foi escrito para o projecto #comcanela. O projecto consiste num texto com um tema aleatório todos os meses ao dia dez, às dez horas, mas hoje atrasei-me.

Esta semana eu,  O Informador e A Mulher Que Ama Livros escrevemos sobre o jogo.

Quando me vem a cabeça jogo a primeira coisa que associo é Futebol. Eu odeio futebol, nunca consegui achar interessante e acho mesmo uma seca, mas tenho pena, nunca vou saber a felicidade de ganhar um campeonato ou festejar esse feito no Marquês.

A seguir vem à ideia o Casino, casa de jogos, o que eu adoro as slot machines, mas já perdi mais essa mania, há dias que apetece, mas resisto.

Adorava jogar na Playstation, sozinho, porque contra a minha irmã perdia sempre. Assim jogava sozinho e se o computador ganhasse tentava outra vez.

Ainda  jogo no PC, Crusader King II, gasto algum tempo com ele, por fases, há fases que nem sequer me lembro outras que me apetece estar sempre a jogar.

Ah jogo no telemóvel aqueles joguinhos parvos e simples.

Quando era miúdo não gostava de jogos, porque não gostava de perder apesar de ter fair-play, porém perdia muitas vezes e não tinha aquela garra para ganhar, então tanto me vazia.

Não sei se sou um jogador ou não.  Resumindo acho que não tenho jeito para jogar, não sou um bom jogador em nenhum jogo que me lembre.

Enquanto escrevo penso se a vida será um jogo ou não. Vale a pena pensar nisto

O trabalho e as férias dos outros

Com as férias.

Eu estou a substituir um colega, que foi substituir outro que está de férias. Ora como eu não estou no meu lugar uma colega está a fazer o meu trabalho.

Resumindo a Amélia foi substituir-me, porque fui substituir o Ruben, que foi substituir o António porque o António foi de férias. Era sempre mais fácil a Amélia substituir o Ruben, mas não. Assim é muito mais divertido.

Eu adoroooooooo o trabalho do Ruben por isso ando feliz e contente (estou a ser irónico odeio). Para mais como sou mariquinhas ando sempre a ver se a amelia não atrasa o meu trabalho, para alem disto ela há cenas que não sabe fazer e eu... tenho de fazer o meu e o dela, ou seja o do Ruben e o meu

Tirei a tarde

Tirei a tarde para ir ao medico.

Não me apeteceu voltar ao trabalho. Combinei com o Boss, que fez o choradinho para ir quando tivesse despachado.

Demorei imenso tempo para ser atendido.

Ainda me sobrou tempo, pensei em aproveitar a tarde.

Adivinhem lá como é que aproveitei a tarde. Alguém adivinha? Não? É obvio.

Dormi a sesta