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o Homem Certo

Almoço de Domingo

Tive um convite para almoçar no Domingo em casa de amigos.

Como já contei o Domingo é o meu dia, não para partilhar com os outros, mas para gastar tempo comigo.

Aceitei, fui à missa, como de costume e fui almoçar. Quando cheguei já estava tudo pronto.

Adoro almoços e jantares, estou sempre pronto. Não pelo comer na casa dos outros ou noutro sitio, mas pelo convívio que se consegue à mesa.

O almoço foi divertido, saboroso e bem regado. Acabou eram quase 17 horas.

Acabado o almoço ainda tive de dar explicações ao meu sobrinho.

 

Tive um Domingo cheio de coisas boas e uma dorzinha de cabeça.

Dia de sol maravilhoso

Decidimos ir tomar café a Av. das Naus, aquela parte nova ribeirinha.

Entretanto distraímos-nos e não conseguimos estacionar por ali, o cais do Sodré está em obras outra vez, é impressão minha ou Lisboa está sempre em obras?

Bem fomos e paramos ao pé do mercado da Ribeira e ficamos numa explanada, a curtir o Sol e a ler.

A ver as famílias passear, os donos a passearem os cães, namorados a curtir o dia, velinhas a passear os netos. Pedintes a chatearem a malta. E pombos? Pombos por todo o lado.

 

Entretanto vieram as nuvens e a seguir a chuva.

Ficamos molhados até chegar ao carro, que não estava muito longe dali.

 

O que parecia uma tarde de primavera transformou-se numa tarde de Inverno.

 

E lá acabou o passeio ao ar livre.

Ás vezes o amor...

Somos felizes.

De vez em quando desentendemos-nos, é verdade, mas depois fazemos as pazes e o mar acalma.

Eu não ligo muito às suas birras, fazem parte do nosso namoro. Eu às vezes tento fazer birras, porém ele não liga e desfaz a minha birra numa birra própria.

Tirando estas brigas de rapazes pequenos, estamos, muitas vezes em sintonia.

Adoro os passeios de Domingo, em que não dispensamos nunca a companhia do outro, a não ser por força muito maior.

Quando começamos a namorar eu odiava sair ao Domingo, era o meu dia de ficar em casa, agora não suporto a ideia de ficar em casa ao Domingo.

Variamos nas idas, e nas tarde, nos lanches e cafés, apesar de repetirmos os mesmos locais muitas vezes.

Aprendi com ele a ler nas esplanadas e nos jardins, um ao lado do outro, com pequenas interrupções e comentários.

Andamos imenso a pé nos nossos passeios.

Incentivo sempre o HT a visitar o que gosto e me dá prazer mesmo que nem sempre o faça com êxito.

Dou-lhe muitas vezes secas enormes em palácios, museus e afins, que ele adora e de vez em quando faz aquele ar blasé, de quem comeu e não gostou.

Somos assim uns dias perfeitos cheios de sol e outros de frio e nevoeiro, com ou sem chuva.

 

Este domingo foi particularmente feliz.

Domingo bom ou bom domingo?

Fui à missa, como tenho preguiça em andar, tentei estacionar o carro mais perto possível. Consegui um lugar bom, quando saí tinha um carro à frente, deixando-me quase sem espaço para sair do luar. Não sei como fiz, ou melhor, fiz mal e raspei o carro do lado direito quase todo. Daqueles riscos profundos que marcam e não dá para disfarçar e ainda parti a protecção do farol. A parede tinha dois ferros espetados para fora.

 

Saí do lugar a pensar que tinha apenas o pára-choque um pouco raspado, nem fui ver. Só depois de almoço é que constatei que estava péssimo. Melhor assim que o almoço caiu-me melhor.

 

A juntar a isto o meu telemóvel não carregava a bateria, passei o dia sem puder utiliza-lo, e só eu sei a impressão que me dá ou a falta que me faz. Valha-me o telemóvel da empresa ao menos para fazer chamadas e mandar SMS que esse não dá para nada.

 

Estive quase para comprar um telemóvel novo, por impulso, só pensava que o telemóvel tinha morrido, felizmente ressuscitou.

 

Agora não sei se partecipo ao seguro ou não.