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o Homem Certo

Sou mesmo Tónhinho

No trabalho.

Produto novo. Relatório para fazer. Soube disto ontem, porque calhou perguntar, faltavam-me dados, fui pedi-los hoje ao ao meu directo, este produto era para expedir hoje.

Um assunto de 5 minutos, demorou uma hora. E eu a querer despachar o relatório antes de almoço. Entretanto falei-lhe de mais dois produtos que ainda são experiencia, a mim não me fazia diferença nenhuma, aqueles produtos estarem em stand by, só que os colegas já me tinham perguntado centenas de vezes o que fazer, para darem seguimento ao artigo. Deu-me as indicações do que havia de ser feito, provisoriamente, Saiu me esta frase: Ahh eu prefiro esperar, do que fazer isso, ainda por cima provisório, porque depois mudas de ideias e temos de fazer tudo de novo, é melhor esperar. Depois é que vi o que tinha dito, ficou serio, mudo de ideias, perguntou a si mesmo em voz alta, e começou a rir, mudo de ideias, olha agora, e  riu-se. Ainda pensei em dizer já não era a primeira nem há de ser a ultima, só que contive-me.

Saí com os dados que precisava. Depois de almoço agarrei-me ao relatório, o programa que uso volta e meia desconfigurava-me o trabalho todo, quando cheguei a certa altura as contas não me batiam certo, deu-me os dados mal pensei, vá de ligar, uma, duas, três vezes, seguidinhas, que eu não brinco em serviço, ainda liguei mais três, o cabrão nada de atender.

Mandei mensagem a avisar que possivelmente tinha me passado mal os números, que não podia ser, nha nha nha nha, e pumba. Continuei de roda daquilo, para a frente e para trás e nada. E ele nada de me responder. Ainda comentei com dois colegas que não percebiam nada daquilo, mas deu para desabafar.

Às tantas comecei analisar com mais calma e descobri que afinal tinha introduzido mal os números, nunca me podia bater cedo. F***-se, acabei por mandar uma mensagem a dizer apenas: Esquece!

Vergonha, é o que dá ser stressado, mesmo Tónhinho

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