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o Homem Certo

Segunda-feira nunca mais chegava as 18:00

Levantei-me ao segundo toque do despertador, deixei o telémovel cair, depois de bater no chão, ainda lhe mandei um bico, sem querer, não se partiu. 

Acordei de birra.

Tratei do cão.

Tomei o pequeno almoço.

Saí em cima da hora, cheguei ao trabalho mesmo à hora. Depois das boas vindas e das perguntas do como foram as férias, lá me fui metendo a par da situação. Trabalho em atraso, não muito, mas comecei logo a bufar, sem necessidade, mas sou assim.

Ás tantas embrulhei o trabalho todo, parece que tudo estava a atrapalhar, quase nada funcionou muito bem, depois das quatro desisti e fiz ronhite.

Saí a horas e com um mega sorriso, porque normalmente o stress do trabalho acaba quando saio da porta para fora, e quando me meto no carro e saio ao portão da empresa, é uma alegria tipo euromilionário.

Ainda passei com a Diana (o meu cão), quase que andou de rojo, porque trazer-a à rua é uma luta constante que vou vencer.

E agora estou a relaxar e a fazer tempo para ir beber café e espairecer.

Analisando bem há dias piores.

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