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o Homem Certo

Dias dificeis

Ontem foi uma segunda boa.

Tive trabalho suficiente. 

Tinha febre.

Fui fazer exames médicos à tarde, pensei que em meio hora estava despachado, afinal demorei quase duas, pena.

Visitei uma amiga que estava doente, foi uma visita de medico em três minutos estava fora de sua casa.

E fiquei pela noite em casa para não ficar doente.

Segunda feira

A semana que passou carreguei sempre em mim aquela birra estúpida que nos faz arreliar por qualquer coisa, se bem que logo a seguir passa, ninguém reparou, (penso eu) porque é uma coisa de dentro e os outros não precisam de participar na minha birra.

 

Tanto Sexta-feira, como Sábado houve copos e acabei o Domingo a dar uma volta pequena, ainda dormi um pouco de tarde.

Soube-me a pouco, apesar de ter sido divertido. O fim-de-semana passou depressa, pouco estive em casa, faz me falta aquela ronha do Sábado.

 

Para colmatar não consegui ir à missa, pois claro, ando-me a portal mal. Mau católico.

 

Acordei hoje ranhoso.

Vodafone se me estás a ler

É irritante mês a mês, ou se calhar até duas vezes no mês, andarem colaboradores teus a baterem-me a porta ou a ligarem.

Hoje bateu-me à porta uma rapariga, assim que percebi que era da vodafone adiantei logo, tenho contrato com Meo mais um ano, depois tenho um cão da mesma raça que o cão do casal do anuncio.

 - Ah mesmo parecido com Bart.

- Sim, mas como lhe disse tenho contrato ainda, não percebo é que já vários colegas me bateram à porta...

- Ah mas começamos hoje esta área... se é assim, então sabe as perguntas que lhe vou fazer.

- Sei, mas desculpe, não vou responder.

- Se a Vodafone conseguir mais vantagens... mudava?

- Sim, claro.

- Posso ficar com o seu numero?

- Não, estou farto que me liguem a perguntar se já acabou o contrato... Peço desculpa.

Eu respeito todos, e sei que a rapariga estava a fazer o seu trabalho, e bem. Não a tratei mal, por respeitar o trabalho dos outros, e ela não tinha culpa. Chateia um bocado este tipo de visitas. 

 

Mais tarde ponderei se não fui mauzinho... mas já está.

Estás velho camarada

Sempre fui mariquinhas com a idade e rugas e afins.

 

Encontrei-me no banco com uma conhecido de longa data, e começamos a conversar.

Estavam duas miúdas de 19, 20 anos.

Eu e o meu amigo estávamos numa conversa animada, e ele disse uma piada à cerca de uma delas, para ela ouvir.

Vira-se uma e diz para amiga ah pah cala-te não gosto de velhos, olhando para nós.

Comecei-me a rir e pensei estás a ver? Não são só os outros, estás velho.

Ter ou não ter blog

Enquanto pensava num texto para escrever veio me a ideia o seguinte:

Isto se fosse uma laranja, e a espremesse não dava para duas colheres de sumo, de sopa.

Depois pensei se calhar não faz sentido, vou apagar. Não. Faz sentido para mim, enquanto fizer vou escrever.

Ah mas ninguém lê, não é bem assim, há sempre malta que lê.

Pois mas eu até tenho ideias, e quando as vou escrever para poupar palavras, escrevo umas quantas.

Escrevo o que me apetecer não é?

Afinal isto é meu. Ou é do sapo?

 

Há sempre muita coisa para dizer ou escrever, pior é escreve-las

A preguiça é minha inimiga

Ainda tenho o presépio na sala.

Estou à espera que a minha mãe se lembre de o tirar e estou à espera que ela não se lembre de me pedir para faze-lo.

Não me importava que ficasse na sala mais tempo, talvez perdesse a graça, talvez me lembrasse mais de O imitar.

Quando montei o presépio tinha a intenção de rezar junto dele e ainda não o fiz, e não consigo explicar porque não o fiz e porque não vou fazer neste preciso momento.

O cinema e os filmes

Adorava cinema e tudo o que lhe dizia respeito.

 

Continuo a gostar, mas com menos interesse, tenho mais para me distrair, se calhar menos interessantes, porém ocupam-me o tempo e distraem-me.

 

Ainda tenho aquele bichinho pelos filmes nomeados aos óscares.

Apercebo-me que tenho menos sensibilidade para os filmes, e menos gosto por eles.

Se calhar já não reconheço grandes filmes, nem tenho vontade de os procurar por aí.

 

Talvez tenha trocado o cinema pelo teatro, sente-se mais na pele, acabamos por fazer parte da história que está a decorrer em cena.

Em 2017 fui mais vezes ao Teatro que ao cinema.

 

Percebi isto pela minha Grande Amiga que me vai aconselhando filmes... em tempos era eu que lhe falava dos filmes, agora é ela que me incentiva a vê-los.

 

Mudam-se os tempos...

Ver o mar

Passear até à praia e ver o mar, na melhor companhia, é bom para recarregar baterias.

Levei um livro.

Gosto de ler com ele por perto, cada um lê o seu livro, por vezes partilhamos pormenores e histórias.

Ler com ele acalma-me.

Vamos mais vezes ver o mar no inverno que no verão,.

 

Fizemos planos de futuro no caminho, daqueles sonhos que são bons de sonhar em que tudo é perfeito.

Sonhar assim é tão bom.

Dá-me impulso para a vida do dia-a-dia, para as coisas frágeis, chatas ou infelizes. Dá esperança num dia melhor. 

Dias felizes virão e e estarei preparado para agradecer e goza-los.

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