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o Homem Certo

Almoço de Domingo

Tive um convite para almoçar no Domingo em casa de amigos.

Como já contei o Domingo é o meu dia, não para partilhar com os outros, mas para gastar tempo comigo.

Aceitei, fui à missa, como de costume e fui almoçar. Quando cheguei já estava tudo pronto.

Adoro almoços e jantares, estou sempre pronto. Não pelo comer na casa dos outros ou noutro sitio, mas pelo convívio que se consegue à mesa.

O almoço foi divertido, saboroso e bem regado. Acabou eram quase 17 horas.

Acabado o almoço ainda tive de dar explicações ao meu sobrinho.

 

Tive um Domingo cheio de coisas boas e uma dorzinha de cabeça.

No trabalho 3779 - melhores dias virão

Hoje não consegui acompanhar o ritmo do trabalho.

Enquanto ontem estava calmo, apesar de ter muito trabalho, fui fazendo tudo nas calmas e lá consegui fazer tudo a tempo e horas.

No entanto hoje não consegui aguentar o stresse e refilava com tudo, enchia o peito parecia que ia rebentar e queria rebentar. Aproveitei para deitar tudo cá para fora, o meu chefe só dizia " tem calma, respira, vá tem calma", nem sei como é que ele tem paciência para me aturar.

E pronto no final do dia tinha tudo feito. Se me perguntarem porque eu sou assim, nem sei dizer.

Mas há dias assim em que refilo com tudo.

Confia em mim

Dá me a mão e guia-me. Eu darei os passos que tu deres.

Mesmo que não sejam nas mesmas marcas, prometo seguir.

Tu andas a direito, eu às vezes, em desalinho, mas sempre para chegar a ti.

Normalmente caminhamos lado a lado, muitas vezes passos certos, acertados. Outras cada um dá um passo difrente, um para a esquerda outro para a direita.

É no centro que nos encontramos e seguimos.

Tem dias que um quer uma coisa outro outra.

Zangados, por momentos, acertamos o passo e seguimos.

Posso não ser perfeito, porem sabes que sou o certo, mesmo que nem sempre esteja certo, mesmo quando me dás dores de cabeça és o certo para mim.

Nos dias em que sou eu que te dou tais dores continuo a ser o certo.

Somos um, e sabes que quando queremos somos um.

Nem sempre metemos o barco ao mar e desenhamos a mesma rota. Um veleiro precisa dos dois um na vela outro no leme. Eu sou o que comanda a vela, tu és o do leme. Se formos uma boa equipa conseguiremos levar o barco a bom porto

E eu sei velejar para onde quer que seja, sopre o vento de onde calhar. Mesmo que venha de popa... será mais tranquilo e mais rápido, sei também velejar à bolina, quando o vento vem de frente e temos de fazer bordos, ou mais simples ziguezaguear o barco para apanharmos vento que nos faça mover, para continuarmos caminho e não sermos levados pela corrente.

Eu sei velejar, só precisas de me dizeres onde queres ir. Eu saberei o caminho. Eu sei onde quero ir, só preciso que digas onde ir e vamos.

 

Confia em mim e serás farte-ei feliz.

 

 

God - No Casino de Lisboa.

 

Este fim-de-semana fui ver GOD, uma peça com Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade.

 

Joaquim Monchique é possuído por God e a partir do actor apresenta-se a si mesmo, com a ajuda dos seus arcanjos Miguel e Gabriel.

Deus conta-nos como fez o mundo, conta-nos várias partes da bíblia, tudo isto na sua verdade.

 

A peça é óptima, o publico ri-se muito, os três actores estão muito bem, Monchique consegue ser sempre um deus quando pisa o palco.

 

Há pouco a dizer sobre a peça, melhor é irem ver.

 

Eu que sou um bocado beato também me ri.

 

Confesso que tinha as expectativas em altas e achei que ficou um pouco fora do que esperava, esperava mais. Mas o que interessa é que foi um serão muito, muito divertido.