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o Homem Certo

Mini - com`out ou se preferirem sair do armário, Parte 1

Com`out Parte Um

 

A primeira vez que contei a alguém que era gay foi ao Alex e à Susy, não de livre vontade. Passo a contar. Estávamos numa esplanada a beber café, não sei em que parte a que a conversa ia até que o Alex pergunta:

- Olha lá, no motor de busca do google e do Kazaa tens a palavra gay e gay-porn? E vi no histórico tens muitas paginas do género... (tinha dado o PC ao Alex para ele arranjar).

Devia ter ficado branco, azul ou amarelo, em 30 segundos pensei a maneira de me escapar, de mentir ou contar a verdade. E ele perguntou se era gay, e eu respondi sim.

Não neguei contei a verdade, partilhei as minhas historias, como tinha encontros às escondidas, mesmo debaixo dos narizes deles. Não caiu o Carmo nem a Trindade. Fiquei contente por ter contado, contudo fiquei com pena de ter perdido este segredo, o que no fundo era bom.

A partir dali, foram aceitando sem dramas. E continuamos todos amigo.

Naquele dia senti-me bem de ter contado, comecei a utilizar o código, se não perguntarem não digo, se perguntarem respondo. Se apresentar o meu namorado como tal, fica obvio.

Quem sabe também ajuda, contam sempre a alguém, sabes é gay, tipo cartão de visita.

 

Pior foi com os meus pais, mas isso conto noutro dia

Diana Bulldog Francês

Tenho uma cadela, Bulldog Francês, que amo. Mudei de casa na outra tinha um terraço, nesta tenho uma varanda, o bicho ainda não se habituou à casa, anda triste.

Para onde vim murar, tem mais gente e e mais barulho na rua, tem medo de vir à rua, é quase um suplicio, não quer andar, tenho de a levar ao colo para uma zona mais distante e mais calma. 

Tenho de a habituar a fazer as necessidades na rua, está difícil. Como fazia no quintal, agora aguento.

Quarta vamos ter aulas, vamos ver como vamos superar este míni-problema.

Auf auf para vocês 

Domingo

Domingo, queria acordar cedo, esqueci-me de marcar o despertador. Claro, acordei tarde e cansado. Almocei tarde. Fui passear com o meu amor, passeamos pouco, vim para casa cedo. 

Carreguei o carro com as ultimas tralhas da casa antiga, fechei a porta pela ultima vez e não tive pena.

Queria descansar, mas o meu sobrinho quis cá dormir. Queria continuar o post mas o puto não se cala e tenho de lhe dar atenção!

Boa semana, que a segunda-feira vos seja fácil.

Como gosto de recordar a infância Tag: Once Upon a Time...

La Petite indicou-me para fazer esta tag. Eu adorei a minha infância, e ainda não a deixei por completo, perco-me ainda no Toysrus a ver Playmobil, Legos e todos os brinquedos com que brinquei ou gostava de ter brincado.

 

#1 - UM FILME DA MINHA INFÂNCIA

 

O Rei Leão, tinha dez anos, juntei dinheiro comprei a VHS vi e revi mil vezes, é o meu filme da infância, sei muitas, mas muitas partes de cor ainda, vi no mínimo 250 vezes, até quase gastar a fita da cassete.

 

#2 -UMA SERIE DA MINHA INFÂNCIA (três que é para ficar completo)

 

Dartacão, correndo grandes perigos, adorava, eram moscãoteiros, metia reis, príncipes, cardeais e espadas, ainda não sabia na altura mas estava ali a semente para gostar de Historia.

Também não perdia Tom Sawyer, dava a seguir ao almoço e não perdia um.

Depois o Dragon Ball, Kameameahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

 

#3 - UMA MÚSICA DA MINHA INFÂNCIA

 

 

A musica do Dartacão com certeza, a da Abelha Maia.

 

Mas esta era a musica que a minha mãe cantava para mim e para minha irmã que eu mais gostava é sem duvida a musica da minha infância, esta versão é um bocado ranhosa, a minha mãe tinha uma versão bem melhor.

 

#4 -  UMA BRINCADEIRA DA MINHA INFÂNCIA

 

Brincava aos pais e aos filhos, ao Zorro, ao Dartagna, com os Legos os Playmobil, com os bonecos do Wrestling. Fazíamos corridas de Bike, jogávamos às escondidas, construíamos cabanas e sonhávamos sonhos.

 

#5 - UM AMIGO DA MINHA INFÂNCIA

 

O Alexandre ainda continuamos Melhores Amigos e conhecemos-nos desde bebes, somos como irmãos.

 

#6 - UM MOMENTO DA MINHA INFÂNCIA 

 

A minha festa de anos, não sei que idade tinha entre os 6 anos e os 9 anos, fiz uma grande festa, tive muitos presentes e fui o Rei do dia, eu e o meu primo João divertimos-nos muito nesse dia, e ficou me gravado para sempre, um dia muito feliz.

Outro foi um palmadão do meu pai que fiquei a saber que ele não me avisava mais que duas vezes para não me portar mal, porque a terceira...

 

#7 - UM SONHO DA MINHA INFÂNCIA

 

Queria ser actor e fazer dobragens dos desenhos animados da Disney.

 

#8 - Nomeio:

Ricardo

Cláudia

uma carta fora do baralho

Rita e Filipa

mM

Nikkita

 

E divirtam-se

 

Luís Miguel Rocha

Morreu um dos meus escritores favoritos, aos 39 anos ainda muito novo e com muitos livros por escrever.

Comprei todos os livros e li-os todos, claro. Gostei mais duns que outros. Havia sempre ali uma curiosidade do Vaticano e da igreja que me intrigava e deixava-me a pensar será que é verdade, será que é mentira. Era isso que gostava nos livros dele, a verdade misturada com ficção ou vice versa.

Nos seus livros havia sempre a parte policial e romance, mas o que eu mais gostava era que a maioria das personagens eram ou foram reais, independentemente das historias serem ficcionadas, para alem disto havia sempre a parte  histórica, e toda uma conjunto de curiosidades que se ficava a saber, das regras, normas do Vaticano. Ficamos com uma ideia, ás vezes má, de como será a maquina da Igreja de Roma.

Uma vez concorri a um passatempo feito por ele e ganhei um livro autografado, e fiquei todo contente,  A Virgem, uma historia do tempo do Estado Novo, nada ligado à temática, Vaticano, que lhe deu fama. Gostei muito deste livro também, pensei que ainda iria ler a continuação desta historia, mas não.

Estava expectante pelo próximo livro, que não sei se ficou acabado ou não, espero que sim.

O Luís tinha muita interacção com os fãs pelo facebook, cheguei a mandar mensagem e respondia de volta.

Quando a Cláudia me ligou a dar a noticia da sua morte, fiquei triste, apesar de saber que estava doente, não pensei que partisse tão depressa. 

 

 

 

Parabéns Herman

Herman José faz anos hoje. Parabéns Herman. Desde pequeno que assisto aos seus programas. Lembro me de fazer um esforço enorme para ver o pograma Parabéns, para não adormecer, só para ver os sketchs que fazia a meio. Sempre que havia um programa eu gravava e depois via durante a semana várias vezes, depois imitava. O meu pograma preferido foi o Herman Enciclopédia, vi tantas vezes repetidas que sei pelo menos um sketch de cor. Deixo as minhas felicitações e espero que nos continue a surpreender por muitos anos. Gosto do Herman não só pelo seu gênio, não só por ser um grande actor e humorista,bpelo simples facto de me fazer rir há muitos anos.

Tenho um bicho cá dentro

Tenho um bicho cá dentro que me transforma. Hoje foi um dia difícil no trabalho. Este bicho  faz de mim uma pessoa horrível, transforma-me mesmo, vou do cantarolar, ao rir, dizer piadas aos colegas ao abominável mau feitio que me desorienta e faz me falar alto, ou melhor gritar com os outros. Gritar é raro, mas falar abrutalhado, dizendo se for preciso, as maiores barbaridades que passam pela cabeça, e ralho e tudo. Depois quando me acalmo e já me passou a bestice, sou capaz de pedir desculpa e reconhecer que estive mal. Há quem compreenda e desculpe, há quem não me leve a serio, e deve haver quem ache que sou maluco. Enfim tento controlar mas não tenho conseguido.

Melhor dias virão!

Dolce & Gabbana

Na entrevista polémica dada por Domenico Dolce e Stefano Gabbana, à revista Panorama, os estilistas expressaram a sua opinião e declararam: "Somos contra adopções por parte de gays. A única família é a tradicional", e ainda que são contra às barrigas de aluguer e à fertilização in vitro. 

Cada um tem direito às suas opiniões e sinceramente não me choca, fico admirado de eles pensarem assim, que sendo gays tenham assim tantos contra, talvez eles saibam que dariam uns péssimos pais, e se calhar formariam uma péssima família. 

Eu cá acho que daria um bom pai, e conseguiria fazer um criança feliz. Como sabemos existem muitas formas de família, talvez a única família seja a tradicional, contudo até as famílias tradicionais não são perfeitas, todos sabemos, e essas famílias muitas vezes transformação em outro tipo de famílias, assim é a vida.

Continuo a acreditar que não depende do género, da idade, da orientação sexual, etc, que define a capacidade de formar uma família, ou criar um filho. O principal acho que é o amor e amor tenho muito para dar. 

 

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